Universal Music Group pede para ser retirada de processo envolvendo Diddy. Entenda!

  • 25/06/2025
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Universal Music Group pede para ser retirada de processo envolvendo Diddy. Entenda!

Sara Rivers, cantora do reality show "Making The Band", acusa o magnata de tratamento hostil e desumano, e citou a UMG como um dos diversos réus da ação.

A Universal Music Group (UMG) está buscando sua remoção de um processo judicial de natureza explosiva movido contra Diddy.

A cantora do antigo programa "Making The Band", Sara Rivers, entrou com uma ação contra o magnata, alegando tratamento hostil e desumano, incluindo a UMG como um dos muitos réus em sua acusação.

Recentemente, a UMG protocolou uma moção para ser retirada do processo, argumentando que não tem envolvimento nos alegados incidentes mencionados por Sara.

Nos novos documentos legais, obtidos pelo TMZ, a UMG sustenta que o caso deve ser arquivado devido à prescrição, mencionando que, segundo a lei estadual de Nova York, as reivindicações federais perdem prioridade em favor da norma estadual.

Além disso, a empresa alega que a acusação é inadequada, falhando em apresentar uma reclamação concreta.

A UMG ainda afirma que os trechos do processo que a mencionam são irrelevantes para as acusações principais contra Diddy, destacando que, de mais de mil parágrafos do processo original, somente dez estão relacionados à empresa.

A decisão sobre a remoção da UMG ainda aguarda julgamento.

Advogados de Diddy surpreendem e citam até guerra com Irã para apressar fim do julgamento

Nesta segunda-feira (23), defensores e promotores interrogaram um agente especial da Homeland Security Investigations ("Serviço de Investigações do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos"), agência que iniciou o caso de tráfico sexual contra Diddy.

Embora o depoimento não tenha revelado novidades significativas, a parte mais intrigante ocorreu sem testemunhas no estande.

A defesa afirmou ao juiz seu plano de encerrar o caso hoje (24), logo após a conclusão da apresentação dos procuradores, sem convocar Diddy ou qualquer testemunha em seu favor.

Marc Agnifilo, advogado de Diddy, havia inclusive mencionado anteriormente que o artista não daria testemunho.

A defesa acredita que os procuradores falharam em construir um caso sólido, buscando levar o julgamento rapidamente para as argumentações finais, citando, inclusive, a guerra com o Irã para isso.

A equipe de defesa procura argumentar que a Segurança Interna deveria focar em proteger os americanos contra potenciais terroristas, ao invés de ficar "fuçando no quarto do Diddy atrás de brinquedos sexuais excêntricos, lubrificante, saltos de stripper, chicotes, lubrificante e óleo de bebê".

Com o julgamento caminhando para o seu desfecho, a expectativa é que o veredicto possa sair já nesta próxima sexta-feira (27), embora o júri possa estender a deliberação para a semana seguinte.


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